A Mercado da Imagem é confiável? Um panorama sobre compras online

A Mercado da Imagem é uma marca legítima com baixa incidência de reclamações, mas ainda não possui nota no Reclame Aqui ou aplicativos oficiais avaliados. Sua confiabilidade online é considerada estável, sendo recomendável o uso de canais oficiais de contato para validar entregas.

29 de dezembro de 2025

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Confiabilidade da Mercado da Imagem em compras online

A Mercado da Imagem — empresa especializada no comércio de molduras, quadros e imagens decorativas — apresenta um perfil de confiabilidade que exige uma análise cautelosa por parte do consumidor no ambiente digital de 2025. Embora a marca possua uma proposta clara de nicho e produtos que apelam ao design de interiores, sua presença nas plataformas de mediação e o suporte tecnológico disponível revelam que a empresa ainda opera em uma estrutura de atendimento tradicional, o que pode gerar incertezas para o comprador acostumado com a agilidade dos grandes e-commerces. Atualmente, os indicadores sugerem que a marca é legítima, mas sua infraestrutura de pós-venda digital ainda está em fase de consolidação.


1. Reclame Aqui

No portal Reclame Aqui, a Mercado da Imagem Comercio de Molduras e Imagens apresenta um cenário de neutralidade forçada: a empresa ainda não possui uma nota ou reputação definida (índice numérico). Isso ocorre porque o volume de reclamações registradas nos últimos meses é insuficiente para gerar uma média estatística. Além disso, a marca é listada como "Não Verificada", o que significa que não passou pelo processo de auditoria de dados da plataforma para garantir o selo de confiança. Para o consumidor, a ausência de um histórico crítico é positiva, mas a falta de verificação oficial recomenda que o comprador utilize canais de pagamento protegidos e verifique prazos de entrega detalhadamente.


2. App na Apple Store (iOS)

Atualmente, a Mercado da Imagem não disponibiliza um aplicativo de compras dedicado ou amplamente utilizado na Apple Store. A estratégia digital da marca parece estar concentrada em seu site oficial responsivo, otimizado para navegadores móveis, em vez de um ecossistema de aplicativo nativo. Para o usuário de iOS, a falta de uma ferramenta oficial com avaliações de usuários impede a medição da experiência transacional mobile. Recomenda-se que a jornada de compra seja feita diretamente pelo domínio oficial do site, verificando sempre a presença de certificados de segurança (cadeado na barra de endereços).


3. App na Google Play (Android)

De forma semelhante ao ambiente Apple, não há um aplicativo da Mercado da Imagem na Google Play voltado para vendas diretas ao consumidor final que possua massa crítica de feedbacks. A inexistência de um "app transacional" avaliado reforça que a empresa mantém um modelo de negócio focado no site e possivelmente no atendimento via WhatsApp. Para o consumidor Android, a confiabilidade deve ser buscada na clareza das informações institucionais do site e na facilidade de contato com o suporte humano antes de finalizar a transação.


4. Net Promoter Score (NPS)

Não existem dados públicos consolidados de Net Promoter Score (NPS) da Mercado da Imagem para o mercado brasileiro em 2025. O NPS, que mede a probabilidade de um cliente recomendar a marca, é um indicador que a empresa costuma tratar de forma interna. No entanto, baseando-se no perfil discreto de reclamações e no foco em produtos de decoração sob medida, estima-se que a satisfação dos clientes esteja em uma Zona de Qualidade, onde o público é fiel ao design e à estética do produto, embora a experiência de logística digital ainda não seja o seu principal motor de recomendação espontânea.


Conclusão Executiva

A Mercado da Imagem demonstra ser uma empresa legítima e segura para transações comerciais, mas sua confiabilidade para compras online é considerada moderada devido à ausência de métricas digitais robustas e reputação definida no Reclame Aqui. O cenário sugere que a melhor forma de adquirir produtos da marca é através de um contato prévio com o atendimento para validar prazos de produção e entrega. O consumidor deve encarar a compra como um investimento em um produto especializado, onde a confiança reside na qualidade física do item e menos na automação do suporte digital.

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